Há quem goste delas curtas, há quem as aprecie mais longas, mas para nós o tamanho não importa, uma história merece sempre ser contada.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Gina estava encostada à porta batendo displicentemente, com ar de quem não espera obter resposta. Olhava o relógio e pensava: "Com tanta coisa para fazer..."
Do outro lado, Laura estava sentada na beira da cama. Perna cruzada, a foto de Daniel perdeu entretanto o interesse. Observava as suas unhas e constatava que precisavam de um tratamento. Por quem esperam elas?
....
SIM!! Por Melissa.

domingo, 16 de agosto de 2009

Esvaída em Sangue Esperava Por... Mel

Os nós dos dedos de Gina sangravam de tanto bater, o sangue escorria já pela porta e caía no chão como uma cascata, penetrando no interior do quarto pela frincha da Constança, ups, da porta...
- Abre sua grande vaca! Não vês que me esvaio em sangue sua pêgazorra bolorenta?!! - Gritava Gina.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Bate leve, levemente, como quem chama por Mel...

Gina batia e batia e a porta não abria....

domingo, 9 de agosto de 2009

O Palpitar da Paixão - Constança

Gina participava nas tarefas de gestão daquela imensa mansão com um rigor espartano. Entre os dedos o rosário lembrava-a que não se desviasse, que não seguisse por aquele calor que a invadia sem aviso. Apertava as contas de madre pérola com uma força que lhe vincava a pele e desviava todo o seu pensamento para a limpeza das pratas, orientação das refeições, ordens aos serviçais.
Era Virgínia Pureza quem encarnara nela e era precisamente essa Virgínia que não podia perder nunca mais. Por muito que precisasse de se sentir amada, desejada, tocada, possuída isso não era o mais importante.
- O Sr. Netherfield gosta que as pratas sejam areadas todos os dias.
A voz de Constança era pausada, grave. Como uma espada que rasgava sem pudor o silêncio.
- Ela passava horas a limpar as molduras com as fotografias de família.
- Ela quem? – Gina sentia-se meia atordoada ainda com a aparição inesperada daquela estranha personagem.
- A Sra. De Netherfield, a falecida. – A voz prosseguia como um sussurro secreto. – Sabe que ela ainda anda por aqui a vigiar-nos a todos.
Instintivamente o rosário foi esmagado entre os dedos suados de Gina.
- Que disparate tão grande Constança, não tem nada para fazer? A roupa de cama foi engomada?
Mas Constança não desarmava o sorriso sinistro.
- Porque é que pensa que nenhuma governanta parou por aqui mais do que uns dias? Ela expulsa-as sem dó, nem piedade. A Sra. Netherfield jamais deixará outra mulher, além de mim, perto do marido. Ela só confia em mim. Ela sabe que o marido nunca me tocou, como fazia com as outras rameiras que se esfregavam nele como gatas no cio…
Gina ensaiou uma resposta, mas Constança já virara costas em direcção à escadaria. Enquanto a via subir os degraus um arrepio de horror trespassou-a ao meio, quebrando-a. Gina conhecia aquele olhar, aquele sorriso, aquela voz agora madura lembrava-a de outra voz infantil, não, não podia ser, não era possível, Laura estava morta...

Ao fechar a porta do pequeno e bolorento quarto que lhe pertencia, Constança soltou uma gargalhada gutural, bem de dentro de si. Dirigiu-se à gaveta da cómoda carcomida e com a chave que trazia ao pescoço, abriu-a, retirando do seu interior um pequeno molho de fotografias antigas, muitas delas meio queimadas pelo fogo.
Duas meninas de tranças olhavam-na do lado de lá do papel, como se ainda vivessem, como se pudessem sair de lá a qualquer instante. Rasgou a imagem ao meio, dividindo o abraço das amigas em dois, o seu olhar faiscava no mais terrível dos fogos, o da inveja.
Guardou os dois pedaços de novo e retirou agora uma fotografia de Daniel, assim que lhe tocou perdeu a força nas pernas e caiu sobre o colchão de palha mal cheiroso. Aqueles olhos, aquele rosto, os cabelos em desalinho .
Fez descer “Daniel” por dentro da sua roupa, passou pela zona onde a pele não sentia, aquela mancha acastanhada e enrugada, aquela gigantesca cicatriz que lhe roubara a possibilidade de amar. Prosseguiu a descida aos infernos que a deixava louca e pousou a fotografia bem ali, onde nunca ninguém tocara, esfregando-a como se quisesse arrancar a sua própria virgindade daquela boca infernal. Sentindo Daniel sobre ela, beijando-a no lugar onde tudo começava e acabava.
- Beija a tua Laura, suga-a bem aí. A Laura gosta Daniel, sim...
Mas o bater na porta arrancou-a ao êxtase. Um bater furioso, determinado, violento.
- Abre já esta porta!!!!! Eu sei quem és Constança, eu sei quem és!!!!!!
A voz de Gina gelou-a por dentro.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Palpitar da Paixão: Laura.

Gina abrandou enquanto as grossas lágrimas lhe desfocavam a visão. Apoiou-se na parede suavizada pelo papel de padrão vitoriano que forravam todo o corredor e, como se as forças lhe tivessem fugido, sentou-se chorando compulsivamente. Na sua face uma máscara de dor intensa, como se aquilo que sentia fosse um ferro em brasa que lhe queimasse a pele e a deixasse marcada. E Gina estava marcada. Como se a sua mente a abandonasse, Gina regressou ao passado. Ao momento onde tinha sido tirada a fotografia que perdera no incêndio do seu quarto na casa de Netherfield.
Estava um dia esplendoroso e as freiras estavam anormalmente dóceis. Talvez o sol trouxesse um pouco de calor às suas almas frígidas de mulheres presas naquele convento. Exceptuando talvez a Madre Superiora, mulher de princípios rígidos mas uma dócil serva de Deus que educava através do amor e não das sevícias físicas, aquele grupo de mulheres tementes de Deus era constituído por proscritas. Párias que tinham sido rejeitadas pelas suas comunidades ou levadas a enveredar pelo caminho das virtudes através da força da humilhação e da vergonha. Era um dia de alegria para Gina também. Aquele era o dia da sua adopção! Ia finalmente libertar-se daquele lugar sombrio e silencioso, onde as pedras frias e despidas entoavam lamentos perpetuados pelas orações das freiras e continham os gritos e o choro das crianças agredidas e abusadas. Gina via agora o enorme portão do pátio a abrir-se e, como um anjo envolto em luz celestial, entrava o seu Pai. Aproximou-se de Gina e pegou-lhe na mão. Sorrindo, perguntou: "Permites-me que te proteja a partir de agora?". Gina envergonhou-se e, corando, acenou que sim. Saíram de mãos dadas e, ao olhar para trás, Gina viu Laura a espreitar por trás da enorme oliveira que dominava o centro do recreio. Laura chorava serenamente, destilando a imensa tristeza que sentia através das lágrimas. Laura e Gina tinham crescido juntas no Orfanato. Eram amigas e depressa se tornaram inseparáveis. A separação causou enormes danos na estabilidade de Laura que rapidamente se tornou problemática. Aumentaram os castigos físicos e psicológicos e Laura cedeu finalmente à loucura. Morrera num incêndio por ela própria causado. Ao saber disso Gina sentiu-se miserável, como se uma parte de si tivesse sido arrancada. E sentia-se responsável.
A vida avançou indiferente e Gina cresceu. Casou com o homem que amava e era amada por ele. O seu pai morrera entretanto mas tinha agora a sua própria família e era feliz. Trabalhava como secretária de uma conceituada e respeitável firma e era estimada por todos. Até ao dia em que todo o prédio onde trabalhava ardeu. Gina foi encontrada completamente nua nos escombros, deitada junto ao corpo, também nu, do dono da empresa. O incêndio foi considerado acidental mas a desgraça abateu-se sobre ela. O marido, desolado, abandonou-a levando com ele os filhos uma vez que o tribunal decidiu que Gina não era capaz de cuidar deles. Gina ficou devastada, fechou-se em casa durante meses, não se alimentava, não dormia. Ouvia vozes, uma dela bem distinta: Laura.
"Gina? Gina?"
Olhou para cima enquanto enxugava os olhos às mangas da túnica.
"Sr. Netherfield... perdoe-me, eu... não sei que dizer."
"Não diga nada. Tome um banho, arranje-se, recomponha-se. Você é agora a Governanta, aja com tal!"
Retirou-se em direcção à sala seguido de Constança que ostentava um sorriso triunfante.

Clementiiiiiiiiine, ó Clementine??

Não havendo sinais de Clementine Tangerina (férias?) e como secretário de Blogostado proponho à nossa Chefa Suprema e Prenha até ás Orelhas que continue a saga de Gina e sua vagina.
É que a mulher já está quase a completar a sua segunda maratona...

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

O que é aquilo que passou por ali a correr de túnica?

É a Gina, que corre, e corre, e corre...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Que corredor enorme, gina!

E a Gina corre...
E corre...
E corre...
E corre...

...
...
...

domingo, 2 de agosto de 2009

O Palpitar da Paixão - Possessão

- Vista isto. Não sei se é o seu número, mas não importa. A vaidade é um dos disfarces do demónio.
Gina abre os olhos e vê a túnica que Constança lhe atirara. Bastou-lhe um olhar para perceber que está nua. Olha à volta. Aquela cama de dorsal alto, a lareira, a pele de leão que repousa sobre o chão. Não está no quarto que lhe foi atribuído.
- Mas o que... O que estou a fazer aqui? Como vim cá parar?
Vê Constança. Traz uma farda preta com colarinho e punhos brancos, e o cabelo preso atrás num coque apertado. O seu olhar é de puro esgar.
- Como todas as outras antes de si.
Vira-se para sair, mas ainda diz:
- O Senhor gosta do desjejum servido às sete em ponto. Nem um minuto a mais, nem um minuto a menos.
A porta fecha-se. Gina cerra os olhos, constrangida... terá acontecido outra vez? Lembra-se de alguns flashes da noite anterior.
Chamas. Fogo.
O corpo de um homem maduro e experiente. Os seus lábios que se tocam e se fundem num só pecado compartilhado. A sua intimidade que é profanada com vigor. A memória arranca de si um grito de susto e benze-se, caindo de joelhos ao pé da cama, sobre a pele de leão, ainda nua como veio ao mundo.

Laura. Foi Laura mais uma vez.
- Senhor Meu Pai, lavai-me dos meus pecados, lavai-me dos meus pecados...
Gina chora convulsivamente.
- O senhor é meu Pastor, nada me faltará... Em verdes prados Ele faz-me repousar...
Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças da minha alma...
Não consegue concentrar-se.
- Foi Laura! Foi Laura! Senhor, protegei-me, Senhor, protegei-me desse súcubo que de mim se apodera...!
Volta a fechar os olhos, em prece frenética.
- Pelos caminhos rectos Ele leva-me...
Sente um toque em sua mão. Um objecto. É o seu rosário. Sobre ele, uma mão masculina. Não se vira.
Aquela figura ajoelha-se encaixando o quadril nu de Gina ao seu próprio, enlaçando-a pela cintura. Sussurra-lhe um murmúrio quente.
- Eu rezo consigo.
O calor... Ela conhece aquele calor. Engole em seco.
É o calor de Laura a chegar.
- Pode ser que assim Deus nos perdoe a ambos, - continua o murmúrio morno por trás da sua orelha.
Gina assente, sem nada dizer. O fervor daquele momento de fé a dois suplantará a luxúria de Laura, que a invade. Concentra-se.
- Pelos caminhos rectos Ele leva-me...
- Por amor de Seu nome, - completa o murmúrio.
- Por amor de Seu nome... – Gina repete, como se por algum passe de magia o salmo que recitava sempre que era invadida por Laura lhe tivesse sido varrido da memória. A sua concentração estava toda nas mãos que agora tinha a certeza serem da noite passada. Aquelas mãos perscrutavam-lhe o ventre, desciam pelas suas coxas em direcção ao fruto mais proibido.
- Eu rezo consigo, Gina.
Sente um leve toque húmido no seu lóbulo. Uma pequena mordidela. Um gemido. Arrepiando caminho pelas suas pernas, uma mão a invade, premindo com dedos firmes alvos certeiros que nem sonhava existirem.
- Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei... – murmura aquele homem, ou aquele anjo.
- ... Pois estais comigo!, - é quase um grito que lhe sai da alma.
Sente um volume crescente a fazer-lhe pressão sobre as nádegas e, num momento, já não há nada que separe o seu corpo do corpo do anjo que reza consigo. Não, desta vez Laura não vencerá. O que é a nudez se não algo divino, engana-se Gina. Nós chegamos nus ao mundo. Toda nudez é divina, convence-se. A masculinidade daquele anjo desconhecido encontra o caminho mágico para a levar para outra dimensão, e penetra-a num só fôlego. Ela fecha os olhos com força e já grita o seu salmo protector.
- Vosso bordão e Vosso báculo são o meu amparo!

E assim chegam as ondas de calor que lhe dizem que fora derrotada pela volúpia, pela mácula. A sua cabeça pende para trás e deixa-se banhar nos sucos daquele homem, na sua saliva, nos seus dentes, nos seus dedos exploradores, no seu sexo encantado. Deixa que Laura a invada sem qualquer obstáculo, mais uma vez.
- Oh, Thomas...
Neste momento, como se tivesse dito uma palavra mágica, tudo pára. As mãos largam-na. O homem põe-se de pé. Gina não ousa olhar ainda.
- O-obrigado por este momento, menina Gina.
A voz é imberbe, adolescente.
- Nunca me esquecerei deste momento e pode contar com a minha discrição. O meu padrasto nada saberá.
Passos firmes dirigem-se para a porta. Gina ainda se vira.
- Daniel!
Mas a porta já se fechou.
As memórias da noite anterior voltam a assombrá-la de outro ângulo.

Teria de arranjar uma forma de se livrar de Laura.
Não poderia dar-se ao luxo de perder mais um emprego.
E de mais uma casa sucumbir a um incêndio.
Aquele rasto de destruição e volúpia teriam de ter fim, nem que precisasse de se sacrificar a si própria no processo.

Olha para o relógio por cima da lareira. São 6h50m. Gina alcança rapidamente a túnica que lhe fora destinada, veste-se desajeitadamente e sai do quarto, correndo pelo corredor em direcção à cozinha.
Numa das curvas da casa, esbarra em Constança, que limpa uma salva de prata, mas não pára, continua a correr, como se de si própria fugisse.
- Já está muito atrasada, menina Laura. – diz-lhe Constança.

Mas Gina já não ouviu.

sábado, 1 de agosto de 2009

Dulcolax para a Melissa

Então vem uma gaja passar o fim de semana ao hotelzinho de beira de estrada, deita-se na cama, pronta para ler uma coisa light, uma pornochachada ligeirinha para ajudar a dormir mais tranquilamente e nada???!!!! Melissa se estás com prisão de ventre toma Dulcolax e deixa a merda fluir.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

O Palpitar da Paixão - Não está a sair nada!

Gente, comecei 3 ou 4 vezes e saiu sempre tortinho, menos bom do que o habitual, e eu sou gaja vaidosa, prefiro não fazer a fazer coisas indignas. Se mais tarde ou amanhã não estiver cá nada, eu já serei capaz de qualquer coisa engraçada, julgo eu. Mas quem quiser adiantar-se para manter o comboio do fogo e do amor a apitar, força!

terça-feira, 28 de julho de 2009

MELISSA MEXE OS GLÚTEOS

Se não sou eu a chefe suprema desta ditadura a empurrar o proletariado para o trabalho...
MELISSA MEXE OS GLÚTEOS que a nossa fã número 1 (Nuvem) já se queixa de formigueiros.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O Palpitar da Paixão: Netherfield, o duro.

Mr. Netherfield olhava Gina distantemente. O choro daquela mulher completamente nua não parecia despertar nele qualquer tipo de emoção. Nem comoção, nem angústia, nem excitação. Nada. Respirou fundo e voltou-lhe as costas, dirigindo-se à porta

-Descanse Gina.

Apertou a maçaneta da porta com as suas mãos ao mesmo tempo másculas mas bem tratadas quando Gina falou

-Thomas.

Netherfield largou a porta. Havia algo naquela voz que o impedia de sair. Ouvia Gina a falar enquanto sentia que ela se aproximava.

-Thomas... porque vais já embora? Aqui estou eu, só num quarto austero e frio, nua e carente... afinal quase morri num incêndio...

Gina entoava esta frase como um lamento mas Netherfield percebeu a provocação escondida.

-Menina Gina. Está a ultrapassar os limites. Vou esquecer isto considerando que ainda está sob alguma tensão...

-Oh sim, Thomas, imensa tensão!! E preciso mesmo de a descarregar...

Neste momento Gina encostava os seus seios voluptuosos ás costas largas e musculadas do patrão, enquanto o envolvia com os braços, as mãos percorrendo o peito e o abdómen sólidos e agora retesados. Puxou a camisa de Thomas para fora das calças e desabotoou-lha lentamente. Netherfield mantinha-se estático, olhando em frente, quase como se estivesse hipnotizado. A sua vontade era a de sair porta fora, mas sentia-se dominado pela voz daquela desconhecida. Estremeceu ao sentir os mamilos erectos e duros nas suas costas e sentiu um movimento ondulante na sua braguilha. Tentou combater a traição do seu corpo mas estava perdido. Gina beijava-o luxuriosamente o pescoço, lambia-lhe as costas. As suas mãos estavam por todo o seu corpo, evitando deliberadamente qualquer tipo de contacto com o fecho das suas calças, mantendo aprisionada toda a virilidade deste homem dominado. Gina brincava com ele, provocava-o. Mordia-o levemente apenas para sentir a pequena convulsão que isso lhe causava. Netherfield respirava agora rapidamente, mas de uma forma ritmada, controlada. Fazia um último esforço para não ceder. Gina finalmente desapertou-lhe o cinto e depois o fecho das calças. As suas mãos ficaram preenchidas com toda a masculinidade de Netherfiel. Gina sorriu e comentou

-Agora percebo a fama de homem forte, austero e... duro!

Thomas soltou-se! Voltou-se subitamente para Gina e assustou-se momentâneamente com o laivo de loucura que viu bailar no brilho dos seus olhos. Mas isso passou assim que Gina mergulhou a sua língua nos lábios dele. Como um animal com o cio, Thomas retribuiu o beijo quente e molhado mas, agarrando Gina pelos quadris, levantou-a como se de uma pena se tratasse e encostou-a violentamente à parede. Gina gemeu de um misto de dor e excitação. Afastou as pernas e mostrou-lhe o caminho para a recompensa por a ter salvo. Thomas envolveu-se entre as pernas de Gina e, agarrando firmemente o seu membro do prazer duro e hirto, penetrou Gina lentamente. Sentiu o seu calor a envolver todo o seu comprimento e a espalhar-se simultâneamente para as pernas e pelo peito. Aquela caverna húmida apertava-o e convidava-o a entrar mais dentro. A sua pélvis iniciou movimentos bamboleantes lentos no início. Gina estava deliciada. Lambia os lábios como se tivesse acabado de digerir uma iguaria rara. Arranhava-o nas costas descendo as suas mãos até ás nádegas contraídas de Netherfield. Cravou-lhas fundo naqueles glúteos definidos e suados e Thomas urrou de dor e prazer. A dor penetrou no seu corpo e transformou-se numa onda que aumentou o tamanho e a rigidez do lenho de Thomas. Aumentou o ritmo dos movimentos pélvicos e Gina gemia agora alto e ritmadamente. Thomas bufava como um touro a ser provocado na arena, pressentindo o fim e lutando para prolongar a sua estadia naquele paraíso quente e agora molhado. Sentia o íntimo de Gina a escorrer-lhe pelas pernas. Gina arqueou as costas e mordeu o lábio, sangrando. Apertou Thomas com as pernas puxando-o para o mais fundo dos seus lugares e gritou! Uma e outra vez. Estava descontrolada, o seu corpo tremia, arranhava a parede com os braços abertos. Estes movimentos descontrolados derrotaram Netherfield. Sentiu uma explosão com o epicentro no seu peito que percorreu todo a sua dureza e explodiu dentro de Gina, inundando-a com a sua seiva da vida. Desfaleceram ambos e caíram no chão.
Thomas levantou-se, de olhar duro e frio e subiu as calças. Sobressaltou-se com um ruído nas suas costas. Uma velha foto da família Netherfiel estava no chão, o vidro e a moldura estilhaçados. Thomas viu a face alegre da sua falecida esposa e sentiu-se culpado. Gina acordou do torpor que se acometeu dela e exclamou: Meu Deus, que fiz eu?. Thomas saiu, batendo com a porta deixando Gina entregue à sua incredulidade.
Num canto escuro do quarto um vulto etéreo sorria vitoriosamente enquanto desaparecia nas sombras.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O Palpitar da Paixão - Ajoelha-te e Reza

Foi sacudida por vários espasmos até se aperceber que um intenso cheiro a fumo lhe atingira os sentidos, atordoando-a por completo.
Sentiu a relva molhada sob o seu corpo despido e uma mão gelada esbofeteava-lhe o rosto contorcido pela tosse.
Lembrava-se vagamente de um rosto jovem e imberbe, de uma mão suave que a tocara no mais íntimo de si para compensar um membro frouxo, que se recusara a inchar e mais nada. Sonhara que sentira fome, que passeara no jardim com o dono da casa, mas aquela relva debaixo da sua pele, sentia-a pela primeira vez, nunca tinha estado ali e o contacto físico com a terra molhada era a única coisa que lhe dizia que não estava de novo a sonhar.
- Por favor, acorde!
Uns lábios aveludados e de sabor doce tocavam os seus, enquanto sopravam ar para dentro de si, tentando puxá-la para a vida, mas Gina sentia-se a flutuar. Deixou que aquele homem a ressuscitasse vezes sem conta, até ele próprio ser consumido pela exaustão.
O sabor daquela boca era como regressar a casa, a um território familiar demais, apesar de totalmente desconhecido.
- Está a acordar, ela está a acordar! Por favor Constança, ofereça qualquer coisa aos bombeiros, eles foram incansáveis, tu Carvalho leva os cavalos de volta ao estábulo e assegura-te que não há acidentes! Chega de espectáculo por hoje! Daniel, o que é que estás a fazer aí parado? Ajuda o Carvalho no que puderes!!!!
Gina descerrou o olhar apenas o suficiente para ver o homem que a recebera nessa manhã e que se fizera passar por dono da propriedade, com um cavalo pela mão e aquele jovem…
Mas quem era esta gente? Aquele rapaz que entrara no seu quarto e com quem... Ela nem conseguia lembrar-se sem que um arrepio húmido a percorresse. E aquele homem gentil, cujos lábios doces a resgataram dos braços da morte, quem era ele?
- Sim Sr. Netherfield. Não se preocupe com os animais, estão só inquietos.
Gina quis levantar-se, mas só então percebeu que se encontrava completamente nua, trémula de frio.
Apercebendo-se do seu constrangimento, Thomas Netherfield colocou-lhe o seu casaco axadrezado sobre o corpo, cobrindo-lhe os seios nus.
Gina olhou-o sem saber o que dizer, como reagir.
-Eu peço imensa desculpa Sr. Netherfield, não sei o que aconteceu.
Mas antes que pudesse dizer mais uma palavra foi elevada em peso pelos braços fortes e másculos daquele homem distinto.
- Não fale. Engoliu muito fumo não deve esforçar-se…
- Mas eu consigo perfeitamente andar, já estou bem e…
Os passos firmes daquele homem que a carregava como uma pluma, disseram-lhe que não valeria a pena tentar contrariá-lo.
- Cheguei agora de viagem e vi as labaredas que saíam da janela…
- Salvou-me…
- Salvei a propriedade, o fogo não passou do seu quarto. – A sua voz era fria e eficiente. Parecia completamente indiferente ao facto de carregar uma mulher nua nos braços.
Já Gina parecia consciente de cada dedo que lhe marcava as pernas. Mas o que é que tinha aquele sítio para a deixar assim? Porque é que tantas governantas entravam e saíam? Porquê aquele fogo constante que a queimava por dentro e por fora? Será que ela própria com o calor do seu corpo provocara o incêndio?
- Houve um engano, eu pensei ter falado consigo hoje, mas pelos vistos…
- Era o Carvalho, o nosso faz-tudo. Incumbi-o de escolher a nova governanta.
Entraram numa pequena casa no fundo do jardim – O refúgio, pensou Gina. Mas como se sonhara?
Thomas pousou-a gentilmente sobre um sofá. Gina apertou o casaco contra si, apesar de ele nem parecer reparar que ela se encontrava despida.
- Esta noite pode ficar aqui. – Abriu uma gaveta e tirou uma camisa que estendeu na sua direcção. – Vou pedir à Constança que lhe traga algumas roupas. Tudo o que tinha no seu quarto ardeu.
- As minhas fotografias… - Apercebeu-se que as lágrimas molhavam o seu rosto chamuscado, enquanto toda ela se agitava, soluçando. Perdera tudo, cada recordação que trouxera, o pouco que ainda sobrara da sua vida, tudo se esfumara...
Thomas ficou imóvel de pé, olhando aquela mulher pálida, quase translúcida que chorava e estendeu-lhe o rosário que a acompanhava desde criança:
- Tinha isto na mão quando a tirei do quarto, nem tudo está perdido.
Gina tentou sorrir enquanto segurava o rosário, mas senti-lo entre os dedos fez com que se lembrasse de tudo o que tinha acontecido naquele quarto. Meu Deus como pecara, o que fizera com aquele rosário? Que entidade a possuíra deixando-a sem credo e sem fé? Todo o seu corpo se agitava num profundo choro e sem que se apercebesse, o casaco axadrezado de caça que ele lhe pusera sobre os ombros, escorregara deixando-a completamente desprotegida do olhar aparentemente frio do Senhor de Netherfield, os seus seios leitosos e firmes, adornados por dois mamilos perfeitos e comprimidos pelo frio, a sua púbis dourada e escondida pelas pernas dobradas, o ventre que formava uma pequena curva e onde se via uma cicatriz rosada…
No meio de toda a comoção, nem Gina, nem Thomas perceberam que mais alguém se encontrava naquela divisão. Uma presença etérea envolta numa luz e um sorriso, um sorriso verdadeiramente assustador...

O Palpitar da Paixão - A casa abrigo

Gina acordou sobressaltada, aquele não era um sonho normal, tinha sonhado com o enteado do Sr. Carvalho, apesar de nunca o ter visto sabia que ele existia. A empregada que lhe tinha feito a visita guiada pela casa, falou maravilhas do jovem galã. « Só pode ter sido por isso, eu nem tenho tendências para jovenzinhos...» pensou ela enquanto puxava a combinação para a voltar a vestir. Mas ela deixava transparecer uma tristeza no olhar, por ter acordado daquele sonho que tinha tudo para ser um bom sonho.

Levantou-se, bebeu um copo de agua do jarro de vidro que estava em cima da cómoda e abriu a janela. Apesar de ser uma casa fria, sentia-se quente e sabia que não iria conseguir adormecer tão cedo.

Vestiu o robe e desceu até ao jardim, para se tentar refrescar um pouco. Desceu a escadas de serviço para funcionários, e passou pela cozinha para tirar uma maça. Estranhou, havia um café em cima da mesa, confirmou pela chávena se ela estava quente. « Ainda está alguém acordado, deve ser a distraída da minha colega nova, só pode», quando se virou para ir até ao jardim foi surpreendida por uma voz grossa atrás de si.
- Então perdeu-se pela casa? - Questionou o Sr. Carvalho
- Não, vim só pegar uma maça porque estava com fome.
- Esteja à vontade, aqui os empregados comem do mesmo que nós, não existem restrições.
- Muito Obrigado. Vai desejar alguma coisa ?
- Vou, quero companhia pelo jardim, vinha buscar o meu café quente para depois ir até ao meu esconderijo.
- Esconderijo?
- Sim, parece que ainda não conheceu o jardim!
- Por acaso não, ainda não!
- São quase 1500 metros quadrados de jardim, onde existe um mundo...há uma casa de hospedes no lado direito da casa e num recanto do lado esquerdo existe o meu abrigo. Que é onde escrevo, onde ouço música clássica sem que ninguém me chame de louco, onde ando nu pela casa.
- hihih! - Gina riu inocentemente das ultimas palavras do sr. carvalho.
- É verdade Gina, sabe que dizem que faz bem à saúde andar nu em casa, devia tentar!
- Ah sim, um dia destes experimento...mas fique descansado que o farei quando estiver em minha casa...não quero correr riscos de estar aqui no meu quarto e alguém entrar!
- Não sei porque, tem um corpo tão elegante de certeza que ninguém se iria assustar.
- Obrigado, mas é melhor não.
- Mas como eu estava a dizer, ninguém entra no meu abrigo, alias costumava entrar a Júlia, que era a Governanta que a Gina veio substituir...só ela tinha autorização para limpar o que estava sujo e meter tudo em dia.
- Uhm.. - Gina abanou a cabeça em sinal de concordância.
- Relativamente a si trataremos de ver o seu desempenho nas suas funções na casa grande e depois falamos sobre isso.
- Com certeza Sr. Carvalho.
- Bem já é tarde, volte para o seu quarto que amanhã o dia amanhece bastante cedo.
- Até amanhã, resto de boa noite.

Gina virou costas e ficou a pensar na história do abrigo, para ela aquele abrigo era uma desculpa para ele levar para lá as empregadas tenrinhas para lhes prestarem serviços extras. Gina sentia-se incomodada com a possibilidade de ter que fazer "limpeza" aquele abrigo. Ao mesmo tempo achava estranho, pois a mansão onde vivia era suficientemente grande para ele fazer as limpezas dele e mais algumas, e sem que ninguém percebesse. Jurou que ainda iria descobrir o mistério à volta da vida sexual do Sr. Carvalho.
De regresso ao quarto, passou pela cozinha novamente e foi surpreendida com um jovem sentado em cima da bancada da cozinha com uma taça de gelado na mão.
- Boa noite. - Disse-lhe Gina.
- Olá, olá...o que temos aqui...
- Sou a Gina a nova governanta...
- Já me tinham falado de ti, mas nunca pensei que fosses tão...tão...bo....bonita! Sou o Daniel.
- Muito prazer! Precisa de alguma coisa?
- Uiiiiiii precisar, até precisava...mas hoje é melhor não...
- Então nesse caso vou-me recolher.
- Sim, Sim recolha-se é melhor...antes que...
- Até amanhã Sr. Daniel.
- Durma bem Gina! - Mandando-lhe um beijo barulhento o suficiente para a deixar perturbada.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Nota da Editora

Sendo que a Editora sou eu. Ninguém aqui é obrigado a escrever se não estiver para aí virado. Isto não é uma ditadura. Sempre que se der o caso de algum de nós não estar com a inspiração, disposição, ou qualquer outra coisa acabada em ão, pode passar a bola.
Obrigada.
A Editora, Chefe de Redacção e Chefe de poder absoluto sobre a corja que por aqui anda:
Ana C.

O Palpitar da Paixão - Mas livrai-nos do Mal

Gina olha à sua volta. o quarto que lhe atribuíram é pequeno e austero: uma cama estreita, uma mesa de cabeceira pesada com uma vela (“a energia falha muitas vezes nos cómodos dos empregados”, disse-lhe a jovem criada que a trouxe para o quarto) e um roupeiro. Sobre a cama, um terço de madeira oitocentista velaria o seu sono. Gina benze-se com um humilde baixar de olhos.

Abre a sua mala e vai tirando de lá os seus parcos pertences: alguma roupa de tons escuros, um missal e um rosário. Uma fotografia dela própria com um grupo de freiras.
“Que Jesus e Maria te acompanhem sempre – Orfanato das Madalenas Descalças, 1988”. Gina apoia a fotografia na vela, de modo que as doces irmãs também zelem pelo seu sono.

Depois de arrumada a roupa no roupeiro, Gina começa a preparar-se para a noite. Desabotoa lentamente a sua camisa e deixa escorregar a sua saia pelas pernas abaixo, ficando apenas de combinação. A noite é fria... Muito fria, mas algo a aquece por dentro. O Fogo de Deus, pensa. O Fogo de Deus, que também guiou os meus passos até esta casa. Sente-se tão quente que tira a combinação num impulso, ficando apenas com as suas cuecas de algodão cru.

Atira-se para a cama e começa a rezar. De súbito, no meio da oração, eis que lhe surge em meio aos seus pensamentos mais pios a imagem bruta e sofrida do Sr. Carvalho e uma nova onda de calor a invade. É impossível afastar da sua mente os contornos do corpo daquele homem: os ombros protectores, as mãos ásperas, as nádegas bem definidas. O cheiro dele. Nunca sentira algo com esta intensidade antes e era muito diferente do Fogo de Deus. Este novo calor tirava-lhe o domínio sobre o próprio corpo e conduz-lhe uma das mãos às suas partes mais íntimas. É o diabo, pensa. Gina tenta ir contra o impulso malévolo e recita uma oração em voz alta, muito alta, tentando voltar ao seu curso de pensamento, mas todo o seu corpo pulsa, pulsa com calor e ao ritmo do seu coração acelerado. É uma batalha dura.

- Santificado seja o Vosso Nome... Venha a nós.... ahhhh.... o Vosso... ahhhh.....!!!

É tudo muito forte para ela e não resiste mais à tentação, brincando livremente com o seu próprio corpo. O Diabo venceu hoje, mas amanhã confessar-se-á e tudo ficará bem.

- Menina Gina... Menina Gina...?

Gina abre os olhos. Será que as suas preces foram atendidas e tem ali diante de si o próprio Senhor, que a veio resgatar da imundície? Está muito escuro e Gina resolve acender a vela.
Tem diante de si um jovem de cerca de 19, 20 anos, muito afogueado diante daquela mulher voluptuosa e semi-nua à sua frente. Gina leva as mãos aos seios, a proteger-se.

- Quem é você?
- Daniel Netherfield, menina. Enteado do Sr. Carvalho.

Há uma pausa. O jovem é louro, tímido, franzino. Sob a luz da vela ainda parece mais frágil do que é.

- Vinha trazer-lhe este cobertor. Está muito frio.

Gina levanta-se e aproxima-se do jovem. Sente o diabo ainda dentro de si, como se este lhe tivesse enviado este presente especial.

- Sim, está muito frio – diz Gina, à medida que se aproxima do jovem – Muito, muito frio. Mas não preciso de cobertores, pois não...?

Gina beija os lábios ao jovem, que demora a processar o que está a acontecer naquele momento. Resiste.

- Não resista, menino Netherfield... Já tentei. Mas ele é mais forte do que nós os dois.

Em carícias, Gina desce pelo corpo de Daniel abaixo. O rapaz entrega-se, finalmente.

Na mesa de cabeceira, a vela acesa tocou a foto das Irmãs Madalenas Descalças. A foto arde, invadindo o quarto com sombras bruxuleantes.

terça-feira, 21 de julho de 2009

O Palpitar da Paixão - Frémito da Mentira

Gina sentiu um frémito percorrer-lhe o corpo inteiro enquanto via as nádegas presas dentro das calças de ganga do Sr.Carvalho e pensou: Olha mas que Carvalho que não me sentia assim desde os anúncios da Levis 501.
Just Kiding, foi só para te assustar Melissa :) O palco é teu

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O Palpitar da Paixão: na casa do Carvalho.

O Sr. Carvalho não era de todo o que Gina imaginara. Tinha-o idealizado como um homem envelhecido pela perda, velho. A sua viuvez associada com a sua fama de incurável irascível tinham incrustado na mente de Gina a imagem de um velho chato, rezingão e insuportável. Mas não era esse homem que se detinha em frente a ela. Em vez disso, o Sr. Carvalho revelara-se um homem de porte. Alto, musculado, com o cabelo levemente grisalho e farto, penteado naturalmente para trás dando relevo aos seus olhos castanhos, de olhar duro. O nariz longo revelava algumas mazelas de lutas antigas e a boca era fina. Gina sentiu o magnetismo animal daquele homem ao mesmo tempo rude e imponente. Recompôs-se:
-Desculpe. O meu nome é Gina e venho candidatar-me ao lugar de governanta desta casa.
A sua voz saiu firme e confiante, muito embora Gina sentisse todo o seu corpo a tremer
-Pois bem. Eu sou o dono desta casa. Pode chamar-me Sr. Carvalho. Passemos então à entrevista.
-Aqui?
-Qualquer lugar serve. Se não estiver satisfeita, pode voltar para de onde veio minha senhora.
-Pois bem, comecemos.
-Tem experiência na função a que se candidata?
-Bom, tenho estado a tomar conta da minha própria casa nos últimos 10 anos. Penso que que isso se pode qualificar de experiência.
-Minha senhora, se vem para fazer perder o meu tempo...
-Não, de todo Sr. Carvalho. Acredito que posso prestar um bom serviço na sua casa e ser uma referência para todos os criados e as suas visitas. Aprendi a estar presente sem ninguém dar por mim.
Este argumento pareceu agradar a Carvalho. Abriu um sorriso trocista.
-Veremos. A senhora dona...
-Gina.
-...pois, Gina. A senhora tem uma figura muito elegante, isso é certo. Fica com o trabalho.
-Desculpe, mas está a oferecer-me o trabalho pela minha figura. Isso é...
-Quer ou não o lugar?
-Sim...
-Amanhã às 8 servem o pequeno almoço. Quero vê-la junto à mesa.
Carvalho virou as costas a Gina sem mais uma palavra e afastou-se. Gina permaneceu imóvel no caminho observando aquele homem a afastar-se e deu por ela fixamente a olhar para as costas largas daquele homem com as suas calças de ganga gastas bem justas.
(Desculpem mas não me contive... chamem-lhe ejaculação precoce!)
Desculpa Melissa, a próxima é tua!!

MELISSA ONDE ESTÁ A NOSSA PAIXÃO PALPITANTE?

MELISSA os fãs aguardam em êxtase. Onde andas tu mulher que devias andar a dedicar-te à pornochachada!!!!!